Você já se perguntou como funcionam as escolas dentro de aldeias indígenas? A Agência Mural foi até a Escola Estadual Djekupe Amba Arandy, no território Guarani do Jaraguá, zona norte de São Paulo, buscar esta resposta.
Spoiler: o tempo de aprendizado, a conexão com a natureza, o corpo docente e as disciplinas diferenciadas fazem com que o ensino seja único em cada aldeia e para cada povo.
Em 1999, as Diretrizes Nacionais para Funcionamento das Escolas Indígenas tornaram essa diversidade possível e assegurada. Este conjunto de normas e orientações definem como devem funcionar as escolas nas aldeias, com especificidade, bilinguismo e interculturalidade.
Mas uma lei só no papel não garante o aprendizado. É preciso do esforço da comunidade escolar, com professores e gestores empenhados em conectar os alunos à sua origem e construir um ensino crítico, questionador e sem estereótipos.
Mesmo gerida pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, com premissas e programas semelhantes às outras escolas da rede estadual, a escola indígena do Jaraguá tem autonomia para organizar processos e vivências para os estudantes indígenas, organizando em projetos que vão muito além da sala de aula.
Quer saber como isso tudo acontece? Então dá o play no terceiro episódio do Vale Nota Ensino Médio, uma produção original da Agência Mural, com apoio do Instituto Unibanco.
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