Professores se mobilizam para oferecer aulas de português para crianças e seus responsáveis de cinco nacionalidades
Publicado em 03.07.2026 | 18:17 | Alterado em 03.07.2026 | 18:17
Em uma aula de quinta a noite na escola municipal Jenny Gomes, no distrito do Artur Alvim, na zona leste de São Paulo, alunos de cinco nacionalidades se encontram. Vindos da Bolívia, do Marrocos, da Nigéria, da República Democrática do Congo e da Venezuela, eles estão contando com o apoio de professores para aprender português.
A escola têm buscado caminhos para acolher tanto os pais quanto as crianças imigrantes, que encontram no espaço um caminho para se adaptar ao novo país.
“Muitas vezes eles não falam português ao ingressar na escola, pois mantêm a língua e hábitos culturais dos pais em casa. Essa manutenção de costumes é, por vezes, alvo de xenofobia no ambiente escolar”, afirma a supervisora na DRE Penha, Karina Lins.
Jornalista formado com trabalho de conclusão sobre a história da imprensa negra brasileira. Experiência em jornalismo investigativo e defesa dos direitos humanos. Apaixonado por rap, filmes e fotografia. Do fundo da leste fazendo o jogo virar. Correspondente do Iguatemi desde 2021.
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