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Memórias de um parto na Represa Billings

Por: Jacqueline Maria da Silva e Léu Britto e Rômulo Cabrera e Sarah Fernandes

No distrito de Pedreira, zona sul da capital paulista, a caseira aposentada Lourdes Pilon Rodrigues celebra 90 anos – apenas dez a menos que a Represa Billings, que em 2025 completa seu primeiro centenário.

Entre Lourdes e a Billings, há muitos paralelos, mas o mais emblemático é o nascimento de sua filha, Roseli Colombo, 66, nas margens da represa.

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Lourdes, Roseli e o marido Helder, que moram há mais de 60 anos nas margens da Billings. @Léu Britto/ Agência Mural

Roseli mantém árvores nativas de Mata Atlântica que ajudam na preservação da represa. @Léu Britto/ Agência Mural

Fim da rua dos Chorões, atualmente único acesso público à represa. No passado, eram sete acessos – o que dá nome a região, “Sete Praias”. @Léu Britto/ Agência Mural

Vista do Sete Praias para o bairro de Apurá, em Pedreira, zona sul de São Paulo. @Léu Britto/ Agência Mural

Vista do Sete Praias para o bairro de Apurá, em Pedreira, zona sul de São Paulo. @Léu Britto/ Agência Mural

Vista do Sete Praias para o bairro de Apurá, em Pedreira, zona sul de São Paulo. @Léu Britto/ Agência Mural

Resíduos chegam às margens da represa poluindo ecossistema. @Léu Britto/ Agência Mural

Foto antiga registra Roseli e o pai nas margens da represa, na década de 1960 @Léu Britto/ Agência Mural

Lourdes e Roseli na década de 1960, época em que tomavam banho na Billings @Léu Britto/ Agência Mural

As duas vivem no local desde então, com um compromisso comum: manter vivas as memórias da Billings e preservar a Mata Atlântica da região, classificada como Área de Proteção Permanente, mas que aos poucos cede espaço à urbanização.

Confira no vídeo!

Essa reportagem faz parte do especial “Nas Margens da Billings“. Navegue por outras histórias e conheça as pessoas que transformam a represa em lar e fazem da preservação ambiental uma missão de vida.

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